Daphne desponta como grande promessa no cenário nacional

Primeira DJ na história do The Voice Brasil, a musicista leva a bandeira da música eletrônica para o programa

Com vocal potente, a cantora catarinense transita em diversos subgêneros musicais. Entre os grandes feitos da musicista estão a gravação de um mashup para a Warner, para o filme Jogador Nº1, do premiado cineasta, produtor cinematográfico e roteirista Steven Spielberg, e a participação no programa The Voice Brasil, da TV Globo. Primeira DJ da cena na história do reality, é também a participante mais comentada desta edição na página oficial do The Voice Brasil. A jovem artista, de apenas 22 anos, virou todas as cadeiras e está no time da cantora Iza.

Daphne é do tipo difícil de rotular. E talvez seja melhor assim. Como ela mesma conta:

Quem me conhece sabe que não toco uma só uma vertente do eletrônico. Vim do R&B, Blues, Pop, Rock e já cantei até sertanejo. Vim dos bares e restaurantes, tocando violão, cajon e até pandeiro. Já tive banda de rock e já sonhei em ser uma Rihanna. Não sou fã de um gênero musical, sou amante da música”.

A artista experimenta um notável boom. Há três anos com carreira solo, a cantora, multi-instrumentista e DJ figura entre as mais promissoras artistas da música eletrônica. Eclética e com boa leitura de pista, Daphne se destaca em alguns dos maiores clubs do país pelo setlist muito bem desenvolvido, que sempre mantém forte base de elementos harmônicos.

Uma das maiores satisfações de estar no programa é mostrar, principalmente, para as meninas que você pode ser o que quiser, pode cantar e ser DJ, pode tocar o que quiser. Para ser sincera, tento não criar muita expectativa com relação à minha participação. Já estou realizada e, seguindo no The Voice, vou ficar feliz de poder mostrar mais do que sou para o público. As mensagens e o carinho que tenho recebido são o que mais me fazem ter vontade de continuar levando meu trabalho para o reality. Além disso, a música eletrônica brasileira precisa desse espaço!”, ressalta Daphne.

Hits

Outra grande virtude de Daphne é a versatilidade. Multifacetada, trabalha muito bem dentro de todos os subgêneros do House Music. Não é à toa que o setlist da ruiva se destaca e conquista tantos fãs. E a polivalência não para por aí. Todas as obras de Daphne são autorais. Ela compõe, interpreta e produz a base melódica.

Daphne com Malik Mustache – Foto: Instagram.

O single “After”, lançado com os DJs e produtores Malik Mustache, teve mais de 379 mil acessos no Spotify. Além disso, o clipe já contabiliza mais de 25 mil visualizações no YouTube.

O período de distanciamento social devido à pandemia do novo coronavírus inspirou uma nova canção. Nesse período, Daphne compôs Routine, uma música que relata o cotidiano dos artistas, a falta de rotina antes da quarentena e o novo dia a dia. A obra está em destaque, principalmente depois que foi divulgada no perfil da gravadora Só track Boa. O hit figura como o mais comentado entre todas as outras tracks da gravadora. Além do forte assédio que a música trouxe, houve uma grande procura por grandes nomes da cena nacional para lançar parcerias com a artista. Ou seja, mais novidades e collabs estão para chegar.

Hoje, Daphne tem seis obras lançadas: “After”, lançada com Malik Mustache pela Liboo/Universal Music; “Sin City”, em parceria com Snoouth e hotweillers, também pela Liboo/Universal Music; “Take me Home”, música junto de Baron Dance e Zord, lançada pela gravadora russa MIXFEED; “Burn Me”, feat com Doozie e Bess Maze, pela Up Club Records; “Tic Tac”, com Chris Leão e Seeman e “Hurricane”, lançada com Minski. E o público pode esperar ainda mais sucessos. A ruiva está com cinco músicas prontas, prestes a serem lançadas.

Principais pistas

Daphne passou por dois grandes Winter festival, festa mais bem conceituada de Santa Catarina que virou referência em todo o sul do País, um no El Fortin #2 e outro no Natural Forest #22. Tocou ainda no Matahari #5, P12 #10, Sungai #48, Hakko club e foi destaque no baile de formatura da Marinha do Brasil no Rio de Janeiro.

Daphne – Foto: Divulgação.

Houve um tempo que o eletrônico comercial e o eletrônico underground eram dois mundos muito diferentes. Na época, um artista que veio do pop não era muito bem-vindo nos palcos underground’s. O Alok mudou muito essa realidade. Hoje, em um mesmo line, temos artistas com sons muito diferentes, porque o público da música eletrônica é muito misto. Isso abriu portas para cada vez mais os DJs colocarem sua verdade na música, independente de vertente. Sempre haverá público para o seu trabalho se ele for feito com amor. Em uma mesma pista existem pessoas tão diferentes, mas com a mesma paixão pela música, e eles estão lá pela energia que você transmite a eles! O respeito do público da música eletrônica pelas diferenças é simplesmente mágico!”, destaca Daphne.

Vida na cena

Ser DJ é viciante e mais intenso do que qualquer pessoa possa imaginar. Vai além de um play, além de botões e do jog. Ser DJ é também ter feeling, é ter amor não só pela música, mas pelas pessoas! E, principalmente, ser DJ é conhecer sua pista, mesmo com pessoas diferentes em cada uma delas. É pisar num palco com a certeza de que você preparou o seu melhor pra estar ali. Vivo tudo isso de cabeça, me jogo e me entrego de corpo e alma”, afirma a artista.

Daphne – Foto: Instagram.

Para finalizar a entrevista, Daphne prontamente declara “Vou dizer uma coisa sobre o futuro da música eletrônica: o estilo vai dominar o mundo!”.

Daphne nas Redes Sociais:

instagram.com/daphnelivemusic

youtube.com/daphnelive