Assine a petição para libertar a DJ palestina de techno Sama Abdulhadi, presa por tocar “techno”

A petição Change.org pede a “libertação imediata de Sama e respeito pela liberdade e direitos culturais e artísticos por parte da Autoridade Palestina”

Uma petição está circulando pedindo a libertação imediata da DJ palestina Sama Abdulhadi, que foi recentemente presa em um complexo sagrado islâmico em Jericó por tocar techno.

Sama é uma das DJs mais populares da região, e uma das primeiras mulheres palestinas a ganhar grande destaque na comunidade da música eletrônica. A petição para sua libertação já ganhou mais de 90.000 assinaturas, e a hashtag #FreeSama se tornou viral nas redes sociais, com usuários descrevendo sua detenção como um ataque à liberdade artística.

Sama estava se apresentando em uma área separada da mesquita de Maqam Nabi Musa (que se acredita ser o local do cemitério de Moisés) na noite de sábado (26), quando foi presa ilegalmente, de acordo com a petição. Ocorreu um ataque de um grupo de jovens manifestantes, que ameaçou os participantes e acabou interrompendo o show.

As filmagens rapidamente se espalharam nas redes sociais, bem como a desinformação sobre Sama e seu evento, o que só alimentou o fogo. Reações violentas e ataques pessoais a Sama continuaram – e agora ela está sob custódia, ilegalmente, de acordo com a petição da Change.org.

(Sama) foi detida ilegalmente pela Autoridade Palestina em 27 de dezembro de 2020. Na terça-feira, 29 de dezembro, um juiz decidiu estender sua detenção por mais 15 dias porque ‘a música techno não faz parte da herança palestina’.

Os que pedem a libertação de Sama acreditam que ela está sendo usada como “bode expiatório e responsabilizada por um crime que não aconteceu e que ela certamente não cometeu”. Para comprovar, ela havia aprovado por escrito a organização e filmagem da produção por meio do Ministério do Turismo da Palestina.

Sama Abdulhadi e os organizadores do concerto podem não ter percebido que este tipo de música não era adequado para o local e suas associações históricas, religiosas e culturais, mas continua a ser do Ministério do Turismo a responsabilidade total pela decisão de permitir o show acontecer.

Seu advogado pediu às pessoas que examinassem os fatos. “Se ela não tivesse licença, o evento não teria acontecido. Ponto final”, disse Mashal. “Portanto, quem é o responsável por não pensar em qual seria a reação? Não sei. A culpa é de Sama? Isso ainda está para ver.”

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A petição pede a “libertação imediata de Sama e respeito pela liberdade e direitos culturais e artísticos por parte da Autoridade Palestina”.

Assine aqui.

Com informações: yourEDM6 AM Group.

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