A cena DJ LGBTQIA+ conquistou o seu espaço de vez na DJane Mag Brasil

No ano de 2019 a DJane Mag Brasil iniciou o seu papel de representatividade dentro da cena LGBTQIA+.

Confira um resumo do que aconteceu neste ano após a grande iniciativa da revista dentro da cena LGBTQIA+. Decidimos que a cena precisava de mais voz, para poder incluir mais os grande talentos deste meio que poucos conhecem.

Desde então, várias DJanes do gênero foram contatadas para participar do principal ranking da cena DJ feminina na música eletrônica do mundo, o @top100djanesbrasil.

Enquanto as meninas eram chamadas a participar, várias entrevistas foram feitas, teve lançamento oficial de set na revista, campanha para o ranking e matérias dos principais festivais e gigs do país.

Com o trabalho que conseguimos fazer, já percebemos o efeito que teve neste primeiro semestre, inserindo mais mulheres entre as 100 melhores DJanes do Brasil, e as que já estavam, alcançaram novos picos, conseguindo colocações bem expressivas para o gênero Tribal House dentro de muitas vertentes da musica eletrônica.

O grande destaque de 2019 ficou por conta da DJ Cacá Werneck que teve uma estreia surpreendente ocupando a posição #22 do ranking, e também foi escolhida como a “DJane Destaque #1 e “Destaque Performance” de 2019 da cena LGBTQIA+. Cacá produziu os singles “Liberdade” e “Que vibe é essa?”, onde foi a própria intérprete, além do videoclipe da track “Que vibe é essa” que foi gravado recentemente, com cobertura exclusiva da DJane Mag Brasil, na The Week (TW) de São Paulo, que recebeu “Destaque Club LGBTQIA+” do ano.

A TW teve mais destaque ainda neste ano de 2019! Com sua agência própria de DJs, a The DJs Agency, o selo tem feito um trabalho de engajamento muito importante com os seus agenciados, produzindo videoclipes, novas músicas e grandes performances dentro de seus Festivais, gigs e tours pelo mundo afora.

Com isso, mais três grandes estrelas, que fazem parte do time da TW, ficaram entre as 100 melhores DJanes do Brasil. Foi o caso de Anne Louise, que é DJ convidada da casa, teve grande representatividade neste ano como DJ e empresária, recebendo o destaque do ano como DJane do gênero “Tribal House“. Anne ainda estreou com força total ocupando a posição #27 do ranking nacional. Teve também a “fada” Nat Valverde, que retornou no ranking subindo +7 posições, que a levaram para o #38. E pra finalizar a participação das DJanes deste grande selo, tivemos o retorno de Marcinha Eggers no ranking, subindo +15 posições, e chegando no #43.

Queremos ressaltar o como é gratificante ver o trabalho que este grande selo tem feito com as meninas, e que promete muito mais para 2020.

Muitas DJanes com trabalhos independentes, fizeram grande sucesso neste ano, como foi o caso de Liza Rodriguez, que retornou ao ranking subindo +44 posições e ficando no #37. A DJane e cantora Shine subiu +1 posição, ocupando a posição #47. Fernanda Tavares, que é trans e teve uma mega representatividade pra cena, estreou no #80 e atualmente está criando uma carreira incrível em Portugal. Giovanna Furini estreou no #91, Bruna Strait, representando o Pop, estreou no #97, e pra finalizar, a DJane Miss Klauss, com uma carreira extensa, estreando no ranking na posição #99.

Em 2018, apenas 4 DJs mulheres da cena LGBTQIA+ entraram no ranking, e as mesmas se mantiveram neste ano, alcançando novos picos. Isso demonstra que com muito trabalho e dedicação de ambas as partes, podemos aumentar ainda mais o engajamento das DJanes que já estão no ranking e de muitas outras que merecem e provavelmente estarão dentro desta lista muito em breve.

A palavra é UNIÃO! Vamos todos juntos fazer do ano de 2020, um ano de muito SUCESSO e ALEGRIA, que é, definitivamente, a cara da cena LGBTQIA+.

NÓS NASCEMOS PRA BRILHAR! 

Diego Aganetti, mineiro, vivendo em São Paulo, que chegou nos seus 30 anos de idade e teve diversas experiências nos grandes eventos da cena LGBTQIA+. Atualmente voltou para o mercado de produção de eventos, com sua nova marca SIGN.