Nina Kraviz reage contra acusação de apropriação cultural

A artista também está enfrentando uma reação negativa pelo nome de sua faixa ‘Ghetto Kraviz’

Em uma indústria dominada por homens, as mulheres frequentemente enfrentam críticas e bullying. Nina Kraviz não é estranha a esses difíceis desafios. Recentemente, a DJ russa experimentou um novo tipo de confronto depois de enviar fotos de si mesma no Twitter com tranças. Como resultado, uma onda de reação dos usuários do Twitter entrou em erupção, já que alguns concluíram que esse novo visual é “apropriação cultural” e “racista”.

Desde que Kraviz postou na sexta-feira, 25 de outubro de 2019, os ataques começaram. Em resposta, a artista ‘ Feel My Butterfly ‘ afirmou: “ninguém” possui “tranças de cabelo”. Em resposta a algumas pessoas no Twitter, Nina citou que as tranças não estão especificamente ligadas à cultura africana, mas, de acordo com seu post, também estão ligadas aos vikings, esquimós e várias outras culturas. Ela também afirmou que é de Irkutsk, na Sibéria, no sudeste da Rússia, a algumas centenas de quilômetros da fronteira com a Mongólia.

A reação das trancinhas de Nina também se expandiu para incluir críticas ao nome de sua faixa ‘Ghetto Kraviz’. Com pouco conhecimento sobre o motivo pelo qual ela chamou sua faixa de “gueto”, possivelmente devido à semelhança da faixa com o gênero de ghetto house, muitos nas mídias sociais acreditam que isso também é apropriação cultural.

A resposta do público a essa situação foi mista, com algumas pessoas apoiando sua escolha de cabelo e título da faixa, enquanto outras estão dizendo que ela precisa ser “cancelada”.

Das conversas no Twitter, a troca mais notável e talvez a mais questionada entre os fãs de dance music foi com Frankie, da NYC collective/booking agency, Discwoman. Isso resultou em Nina chamando Frankie de “racista” e acusando-o de bullying na plataforma em que as pessoas estão pedindo que Kraviz se desculpe publicamente.

Frankie é conhecido por apoiar as comunidades LGBTQ e POC, concentrando-se em maneiras de tornar cenas e movimentos marginalizados mais amplamente aceitos, promovidos e celebrados.

Veja algumas das discussões no Twitter abaixo, incluindo seu confronto com Frankie, da Discwoman.

Agora Kraviz excluiu alguns de seus tweets e afirmou que as coisas ficaram “fora de proporção” e afirmou ainda que “não é racista”, como você pode ver abaixo.

Para ver os tweets ainda em seu perfil, clique aqui.

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Fonte: Mixmag International

Foto da capa by Vivek Vadoyila

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